Não satisfeito em suprimir o maior gênio do humor verde e amarelo, o plano superior abduziu (sem retorno) o maior intelectual da história deste país.
Talvez o último.
Vão Gogo: o pano desceu rápido demais para você.
Só nos resta aplaudir e lamentar.
quinta-feira, 29 de março de 2012
sábado, 24 de março de 2012
Brasil perde uma aldeia de comediantes
Chico City está de luto. A terra do humor está de luto.
O Ceará, celeiro dos mais notáveis comediantes do mundo, perde o mais precioso de todos: Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho.
“Humor é a descontração do cérebro” - Disse Chico uma vez.
Anysio não era apenas o compositor, escritor, artista plástico, comentarista esportivo e cantor. Era um ator representando 210 personagens (incluindo ele mesmo – como um dos pioneiros do stand-up comedy no país).
O plano superior acaba de receber o pai do humor. Chico: Nunca poderíamos imaginar que ficaríamos sérios diante de uma cena tua... Sérios e muito tristes.
Inaugura tua escolinha aí em cima, mestre da alegria!
Junte-se aos seus geniais "alunos", como Grande Otelo, Zilda Cardoso, Zezé Macedo, Ivon Curi, Olney Cazarré, Antônio Carlos Pires, Brandão Filho, Francisco Milani, Costinha, Rony Cócegas, Walter d'Ávila, Rogério Cardoso, Mário Tupinambá, Nélia Paula, Nádia Maria, Lupe Gigliotti, Luiz Delfino, ao lado de outros que se foram recentemente, como Marcos Plonka e José Vasconcelos.
E que o salário do Professor Raimundo Nonato finalmente compense.
Junte-se aos seus geniais "alunos", como Grande Otelo, Zilda Cardoso, Zezé Macedo, Ivon Curi, Olney Cazarré, Antônio Carlos Pires, Brandão Filho, Francisco Milani, Costinha, Rony Cócegas, Walter d'Ávila, Rogério Cardoso, Mário Tupinambá, Nélia Paula, Nádia Maria, Lupe Gigliotti, Luiz Delfino, ao lado de outros que se foram recentemente, como Marcos Plonka e José Vasconcelos.
E que o salário do Professor Raimundo Nonato finalmente compense.
segunda-feira, 19 de março de 2012
Quem nunca corrompeu que atire a primeira propina!
Parte II
As notícias mais chocantes das últimas horas falam de licitações fraudulentas em órgãos de saúde pública no Rio. Chocantes para quem?
Qual é a novidade?
Creio que algum elo dessa corrente deve ter se rompido e o que era óbvio explodiu como notícia bombástica.
É que agora há microcâmeras de TV que possibilitam a documentação de provas incontestáveis.
O interessante mesmo é constatar que essa prática de suborno aos funcionários públicos é tão comum, que é interpretada como coisa normal e negociada de maneira escancarada pelas partes: corrupto e corruptor.
E pasmem: foi citada a frase “é a ética do mercado”.
Aquela figurinha, que ria e debochava do pseudo funcionário público (um repórter em busca de provas), não tem a menor ideia da dimensão da palavra ÉTICA e muito menos do seu significado em nível de funcionalismo público.
É assim em nosso país. Há tanta corrupção que até já se criou um código de ética para fraudes... Vejam só.
As notícias mais chocantes das últimas horas falam de licitações fraudulentas em órgãos de saúde pública no Rio. Chocantes para quem?
Qual é a novidade?
Creio que algum elo dessa corrente deve ter se rompido e o que era óbvio explodiu como notícia bombástica.
É que agora há microcâmeras de TV que possibilitam a documentação de provas incontestáveis.
O interessante mesmo é constatar que essa prática de suborno aos funcionários públicos é tão comum, que é interpretada como coisa normal e negociada de maneira escancarada pelas partes: corrupto e corruptor.
E pasmem: foi citada a frase “é a ética do mercado”.
Aquela figurinha, que ria e debochava do pseudo funcionário público (um repórter em busca de provas), não tem a menor ideia da dimensão da palavra ÉTICA e muito menos do seu significado em nível de funcionalismo público.
É assim em nosso país. Há tanta corrupção que até já se criou um código de ética para fraudes... Vejam só.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Adriano é massa!
Motivação é tudo.
Se o Rodrigo Santoro emagreceu 12
Kg para viver a história do seu personagem, o famigerado jogador Heleno de
Freitas, por que o Adriano não segue o exemplo, perdendo ao menos 4 kg,
para viver gloriosamente sua própria história?
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Falha Técnica ou Humana?
É comum ler ou ouvir nos jornais a expressão: - "Ainda não se sabe se foi uma falha mecânica ou humana".
O que vem a ser falha técnica/mecânica?
No meu entender é uma falha causada pelo comportamento de uma peça, dispositivo, máquina, sistema ou processo, contrário às conformidades especificadas em normas, diretrizes ou procedimentos.
Quem estabelece os procedimentos, requisitos ou especificações? Quem padroniza as conformidades? Quem constrói a máquina? Quem repara, substitui ou regula as peças ou dispositivos? Quem aplica os ensaios ou inspeções? O ser humano.
Não existe falha técnica. Toda falha é humana...
Em qualquer catástrofe, acidente ou calamidade, sempre haverá falha humana.
A falha técnica é acima de tudo: uma falha humana.
- "Foi atingido por um raio!" - É falha humana porque não previu um pára-raios adequado.
- "Ocorreu uma turbulência inesperada!" - É falha humana, por não desenvolver uma aeronave que suportasse qualquer cataclismo natural.
- “Houve um terremoto!” - É falha humana porque não projetou a obra à prova de abalos sísmicos.
- “Faltou combustível”– É falha humana, porque não calculou a quantidade ideal para dar uma confiável autonomia veicular.
- “Estiagem prolongada!”– É falha humana, por não projetar um sistema eficiente de irrigação.
- “Inundação por temporal!”– É falha humana por não construir barragem ou sistema de escoamento da chuva.
- “Desmoronamento!” – É falha humana por falta de muro de arrimo...
Sempre haverá uma falha humana, porque em sua escalada evolutiva, o ser humano estará sempre passível à falhas.
O que vem a ser falha técnica/mecânica?
No meu entender é uma falha causada pelo comportamento de uma peça, dispositivo, máquina, sistema ou processo, contrário às conformidades especificadas em normas, diretrizes ou procedimentos.
Quem estabelece os procedimentos, requisitos ou especificações? Quem padroniza as conformidades? Quem constrói a máquina? Quem repara, substitui ou regula as peças ou dispositivos? Quem aplica os ensaios ou inspeções? O ser humano.
Não existe falha técnica. Toda falha é humana...
Em qualquer catástrofe, acidente ou calamidade, sempre haverá falha humana.
A falha técnica é acima de tudo: uma falha humana.
- "Foi atingido por um raio!" - É falha humana porque não previu um pára-raios adequado.
- "Ocorreu uma turbulência inesperada!" - É falha humana, por não desenvolver uma aeronave que suportasse qualquer cataclismo natural.
- “Houve um terremoto!” - É falha humana porque não projetou a obra à prova de abalos sísmicos.
- “Faltou combustível”– É falha humana, porque não calculou a quantidade ideal para dar uma confiável autonomia veicular.
- “Estiagem prolongada!”– É falha humana, por não projetar um sistema eficiente de irrigação.
- “Inundação por temporal!”– É falha humana por não construir barragem ou sistema de escoamento da chuva.
- “Desmoronamento!” – É falha humana por falta de muro de arrimo...
Sempre haverá uma falha humana, porque em sua escalada evolutiva, o ser humano estará sempre passível à falhas.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Quanto mais se padroniza, mais se diversifica...
Sabe esse novo conjunto: tomada+plugue padronizados?
Não vamos entrar no mérito; em se padronizar um sistema, que só é padrão no Brasil.
Pois é... Não iremos discutir custos, inviabilidades, necessidade de adaptação, etc..
Pois é... Não iremos discutir custos, inviabilidades, necessidade de adaptação, etc..
Quando eu precisei comprar um adaptador desses de tomada americana para um mini cruzeiro marítimo, o balconista não sabia direito o que me oferecer. Aí o dono da loja, estressadinho, percebendo que o vendedor estava confuso, disparou: - "Pede para o cliente trazer a tomada aqui". Então eu perguntei a ele, se a loja possuía atracadouro, cais ou talvez pier, pois o comandante do navio, sendo meu “truta”, poderia navegar de Santos até São Bernardo do Campo, (água é que não falta com as enchentes do inicio do ano) – somente para que eu pudesse mostrar a tomada para ele.
Creio até que aquele capitão italiano tencionava fazer algo parecido... Afinal ele queria favorecer a um amigão de uma ilha do Mediterrâneo.
Acabei comprando um adaptador que (me informaram) servia em qualquer tomada do mundo. Só que eles se esqueceram de me dizer que os pinos desse adaptador tinham que ser chatos, como os orifícios das tomadas do navio. Ou seja: qualquer plugue poderia ser introduzido no recém-adquirido adaptador, mas ele só poderia ser introduzido em tomada de pinos redondos. Nenhuma tomada na cabine da embarcação tinha orifícios redondos.
Acabei comprando um adaptador que (me informaram) servia em qualquer tomada do mundo. Só que eles se esqueceram de me dizer que os pinos desse adaptador tinham que ser chatos, como os orifícios das tomadas do navio. Ou seja: qualquer plugue poderia ser introduzido no recém-adquirido adaptador, mas ele só poderia ser introduzido em tomada de pinos redondos. Nenhuma tomada na cabine da embarcação tinha orifícios redondos.
Então... Como de costume apelei para o velho jeitinho “MacGyver” tupiniquim, também chamado de plano “G”: Utilizei-me de meus amplos conhecimentos em Engenharia Adaptativa: mais conhecida popularmente como “gambiarra”. E não é que funcionou?
Prezado leitor: Não tente fazer isso em casa, muito menos em um camarote de cruzeiro. Compre o adaptador certo e "Vada
a bordo, ¢@+$$o!".
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Tragédia
- E a prefeitura não toma providências?
- Claro que sim! Decreta luto oficial por 3 dias...
- Claro que sim! Decreta luto oficial por 3 dias...
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Antes que acabe o ano
Desenvolvida é a nação cujos 3 poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário possuem mais credibilidade do que qualquer outra instituição de natureza pública ou privada.
(Dilson Nunes)
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Os macacos do Juqueri (parodiando a fábula)
Crônica de um verão brasileiro
Há muito tempo... Antes da chegada do ser humano civilizado, uma vasta região era habitada por macacos.
Eles eram muito felizes e faziam casas próximas a um enorme lago denominado Cantareira (pote d’água em tupi-guarani) e a um rio, sendo a primeira denominação da localidade, cuja expressão em português significa “terra bonita”.
Uma vez caiu uma tempestade muito forte e a inundação do lago acabou destruindo as habitações dos macaquinhos.
Em meio ao temporal, o macaco chefe reuniu os demais e garantiu em um bom gerundismo: “Assim que passar a tempestade, estarei providenciando a solução deste problema!”. E não era promessa de campanha.
Um jovem macaquinho ouvia tudo atentamente.
Dias depois, o sol voltava a brilhar na região. As águas haviam baixado.
Percebendo que nada acontecia e ninguém se mexia, o macaquinho enxerido corre atrás do macacão chefe e puxa a fralda da camisa dele, insistentemente.
Ao virar-se para saber quem o interpelava, o chefe exclamou:
– Que deseja, meu filho?
– Só queria lembrar ao senhor da sua promessa na noite da enxurrada...
– O que foi mesmo que eu prometi?
– Vossa Excelência prometeu resolver o problema das inundações!
– Ora, meu jovem... Para que gastar o erário agora? Já não chove mais!
O macaquinho então se afastou e permaneceu aguardando a próxima calamidade.
Dilson Nunes
Há muito tempo... Antes da chegada do ser humano civilizado, uma vasta região era habitada por macacos.
Eles eram muito felizes e faziam casas próximas a um enorme lago denominado Cantareira (pote d’água em tupi-guarani) e a um rio, sendo a primeira denominação da localidade, cuja expressão em português significa “terra bonita”.
Uma vez caiu uma tempestade muito forte e a inundação do lago acabou destruindo as habitações dos macaquinhos.
Em meio ao temporal, o macaco chefe reuniu os demais e garantiu em um bom gerundismo: “Assim que passar a tempestade, estarei providenciando a solução deste problema!”. E não era promessa de campanha.
Um jovem macaquinho ouvia tudo atentamente.
Dias depois, o sol voltava a brilhar na região. As águas haviam baixado.
Percebendo que nada acontecia e ninguém se mexia, o macaquinho enxerido corre atrás do macacão chefe e puxa a fralda da camisa dele, insistentemente.
Ao virar-se para saber quem o interpelava, o chefe exclamou:
– Que deseja, meu filho?
– Só queria lembrar ao senhor da sua promessa na noite da enxurrada...
– O que foi mesmo que eu prometi?
– Vossa Excelência prometeu resolver o problema das inundações!
– Ora, meu jovem... Para que gastar o erário agora? Já não chove mais!
O macaquinho então se afastou e permaneceu aguardando a próxima calamidade.
Dilson Nunes
domingo, 3 de outubro de 2010
"Nós" nas urnas (elaborado em outubro de 2006)
Foi-se o tempo em que se votava com cédula. Não me refiro à cédula eleitoral, aquela que ainda hoje existe para ser usada pelos eleitores das pequenas cidades, não. Estou me referindo aos panfletos com o nome do candidato a deputado estadual ou federal, que a gente colocava em um envelope oficial e colava antes de depositar na urna eleitoral; (e dizer que na época, analfabeto não podia votar...). – Já dá para imaginar como era demorado esse processo, não? Mesmo assim, nunca enfrentei fila par votar. Era muito rápido o ato de cumprir com o dever democrático, apesar do absurdo método. Agora, nem queira saber como era o processo de apuração... Pobres escrutinadores! Sei que tem cérebros que já pensaram até no voto por código de barras ou com scanner reconhecedor de caracteres: O eleitor chegaria com sua “cola” ou lista de candidatos, na ordem que a urna eletrônica pediria e só passaria a caneta ótica ou o scanner e pronto! Dever cumprido. Praia pra que te quero! Mas na prática não confirmou a teoria... Filas imensas mostraram que o processo não é tão ágil assim. Parece que só melhorou no que diz respeito ao tempo de apuração dos resultados... O processo eletrônico das últimas eleições fez muita gente se atrasar e até deixou muito eleitor do lado de fora do prédio eleitoral, como foi o caso daquele velhinho, que desesperado, queria votar no seu candidato a presidente, insistindo para ser recebido em uma das seções e portando entre suas mãos trêmulas, um papel amarelo e roto, o qual com muito custo, desdobrou e onde podia ser lido com certa dificuldade, um nome: Getúlio Vargas.
(Baseado em relato verídico)
(Baseado em relato verídico)
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
quarta-feira, 28 de julho de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
domingo, 9 de maio de 2010
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Reflexão para o Dia das Mães
Conhecer o cliente... Eis a razão do sucesso. “Basta seguir os seguintes passos: conhecer quem ele é, o que ele é e identificar seu perfil, para finalmente o reconhecer”, declaram o experts em estratégia mercadológica.
No passado, os programas de fidelidade ainda enxergavam a gestão do relacionamento de uma forma macro e sistematizada, por vezes segmentada ou setorizada, mas nunca individualizada. Era assim em família...
No passado, os programas de fidelidade ainda enxergavam a gestão do relacionamento de uma forma macro e sistematizada, por vezes segmentada ou setorizada, mas nunca individualizada. Era assim em família...
Não entendeu, é? Eu explico:
O que dizer, quando o cliente é sangue do teu sangue, carrega no seu DNA o teu código genético?
Isso mesmo! Estou me referindo ao filho (ou filha), como potencial cliente do teu produto principal: Amor de mãe.
Não é fácil; apesar deste “cliente” consumir o teu amor desde a fase embrionária. A coisa fica mais complicada, quando adolescente; e mais ainda, quando estende sua adolescência para além dos 30 anos, e – para piorar, não existe sazonalidade e nem feedback confiável. É a “interrogação” da famigerada matriz BCG. Sem previsão para “abacaxi” ou para “estrela”.
Agradá-lo? É um exercício de abstração que envolve: psicologia, Sun-tzu, pós-venda, marketing de resposta, e identificação das necessidades - coisa que nem Maslow poderia imaginar.
Os jovens do século XXI preferem o amor agregado de um momento de aventura e emoção com amigos que mal conhecem - ao amor "commodity" da família. O caminho para esta conquista (e diferenciação) é o marketing. Está mais para a Supernanny, do que para Piaget. Muito mais para Içami Tiba do que para Sutherland Neill.
O que dizer, quando o cliente é sangue do teu sangue, carrega no seu DNA o teu código genético?
Isso mesmo! Estou me referindo ao filho (ou filha), como potencial cliente do teu produto principal: Amor de mãe.
Não é fácil; apesar deste “cliente” consumir o teu amor desde a fase embrionária. A coisa fica mais complicada, quando adolescente; e mais ainda, quando estende sua adolescência para além dos 30 anos, e – para piorar, não existe sazonalidade e nem feedback confiável. É a “interrogação” da famigerada matriz BCG. Sem previsão para “abacaxi” ou para “estrela”.
Agradá-lo? É um exercício de abstração que envolve: psicologia, Sun-tzu, pós-venda, marketing de resposta, e identificação das necessidades - coisa que nem Maslow poderia imaginar.
Os jovens do século XXI preferem o amor agregado de um momento de aventura e emoção com amigos que mal conhecem - ao amor "commodity" da família. O caminho para esta conquista (e diferenciação) é o marketing. Está mais para a Supernanny, do que para Piaget. Muito mais para Içami Tiba do que para Sutherland Neill.
Mães de hoje deveriam estudar mercadologia para compreender e agradar aos filhos do presente, porque analogamente ao comércio, os “clientes” mudaram. Estão em constante e ilógica mutação... E os “fornecedores” (progenitoras) ainda não se adaptaram às mudanças do “mercado”.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
21 de abril o que é?

Afinal quem foi Tiradentes ou Joaquim José da Silva Xavier?
Para a história do Brasil, pode ser algo significativo; afinal precisávamos mesmo de um herói nacional e (inveridicamente) muito parecido com Jesus, nas poucas ilustrações que se encontram nos livros didáticos.
“Tiradentes, o mártir da independência”.
Tiradentes já foi reverenciado por mais de um século! Nem descendentes existem mais, para reclamar o direito a ter um feriado.
Agora: se querem ter de fato um herói nacional, um verdadeiro mártir da irresponsabilidade do ser humano, por que não eleger o bombeiro?
Quantos deles por ano, não morrem ou ficam mutilados pela estupidez do povo e inconsequência de alguns governantes brasileiros?
Onde tem incêndio, inundação, afogamento, desabamento, acidente de trânsito, soterramento, lá está o bombeiro a qualquer hora do dia ou da noite, doando sua vida.
Existe sim, o Dia do Bombeiro Brasileiro; e é 2 de julho. Alguém lembra? Ou ao menos tem conhecimento disso? Não!
Troque-se o feriado de 21 de abril, pelo 2 de julho.
Fica aqui sugerido o Dia do Bombeiro – “o mártir da insensatez”, com feriado. Ele merece ser lembrado e reverenciado ao menos uma vez por ano.
Deus o abençoe, bombeiro brasileiro! O autêntico Herói Nacional.
Para a história do Brasil, pode ser algo significativo; afinal precisávamos mesmo de um herói nacional e (inveridicamente) muito parecido com Jesus, nas poucas ilustrações que se encontram nos livros didáticos.
“Tiradentes, o mártir da independência”.
Tiradentes já foi reverenciado por mais de um século! Nem descendentes existem mais, para reclamar o direito a ter um feriado.
Agora: se querem ter de fato um herói nacional, um verdadeiro mártir da irresponsabilidade do ser humano, por que não eleger o bombeiro?
Quantos deles por ano, não morrem ou ficam mutilados pela estupidez do povo e inconsequência de alguns governantes brasileiros?
Onde tem incêndio, inundação, afogamento, desabamento, acidente de trânsito, soterramento, lá está o bombeiro a qualquer hora do dia ou da noite, doando sua vida.
Existe sim, o Dia do Bombeiro Brasileiro; e é 2 de julho. Alguém lembra? Ou ao menos tem conhecimento disso? Não!
Troque-se o feriado de 21 de abril, pelo 2 de julho.
Fica aqui sugerido o Dia do Bombeiro – “o mártir da insensatez”, com feriado. Ele merece ser lembrado e reverenciado ao menos uma vez por ano.
Deus o abençoe, bombeiro brasileiro! O autêntico Herói Nacional.
domingo, 3 de janeiro de 2010
FELIZ 2010, BRASILEIROS!
Para os falacianos de plantão, para os derrotistas de sempre e, aqueles que pensam: "Hay govierno? Entonces yo soy contrário", para os saudosistas da ditadura e para aqueles que se frustaram esperando ansiosamente por uma "Tsunami":Leiam o artigo baseado no estudo da CODACE - Fundação Getúlio Vargas e IBGE, através do link abaixo:
http://noticias.bol.uol.com.br/economia/2009/12/28/ult4734u40372.jhtm
E FELIZ 2010, NAÇÃO BRASILEIRA!
http://noticias.bol.uol.com.br/economia/2009/12/28/ult4734u40372.jhtm
E FELIZ 2010, NAÇÃO BRASILEIRA!
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
FRASE DO DIA:
Intertextualizando o genial Richard Bach
(Que me perdoe o pseudo-trocadilho bretão)
"Lounge" é um lugar que não existe... Para quem trabalha duro.
[Dilsão Capelo Gaivota]
(Que me perdoe o pseudo-trocadilho bretão)
"Lounge" é um lugar que não existe... Para quem trabalha duro.
[Dilsão Capelo Gaivota]
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
NY - 11 setembro - 8 years after

NY - September, 11 - Esta data jamais será esquecida pelo povo norte-americano. O dia em que o orgulho de Tio Sam desabou junto com o maior símbolo do poderio econômico de uma nação que se julgava imune a um atentado de tamanha proporção. Os gênios hollywoodianos sempre produziram películas onde tudo poderia acontecer... Desde invasão de insetos, até a presença de alienígenas na ilha de Manhattan, como que a zombar da hipótese de que um dia isso pudesse se transformar em realidade. Nenhum desses magos das “fábricas de sonhos” no entanto, poderia imaginar tamanha catástrofe... Nenhuma nação declarou guerra, ninguém invadiu o espaço aéreo, nem lançou sequer um míssil... Na verdade, nada de investimento de monta foi aplicado no macabro projeto de destruição dos ícones Yankees. O “aparato bélico” era do próprio território, o explosivo era o próprio combustível das aeronaves. E em poucas horas, ruíram as torres e o orgulho de um povo tido como patrioticamente correto. A reação pública mundial foi de surpresa, estupefação, dor e ódio. Originou-se a dúvida sobre a invulnerabilidade tão invejável que o país tinha até então. Foi tão rápido, que nenhum super-herói americano sentir-se-ia potente para evitar. A realidade fora mais fantástica que a ficção. Surgirão inúmeras versões cinematográficas sobre essa hecatombe, como fizeram na segunda guerra e no Vietnã. Mas nada será tão realista como as próprias cenas documentadas pelas lentes do mundo. Mais de 2000 seres humanos sucumbiram na tragédia. Empresas simplesmente perderam tudo o que tinham de patrimônio material e humano. Mas nada comparável à desfiguração do cartão postal da suposta "capital do mundo".
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