domingo, 3 de janeiro de 2010

FELIZ 2010, BRASILEIROS!

Para os falacianos de plantão, para os derrotistas de sempre e, aqueles que pensam: "Hay govierno? Entonces yo soy contrário", para os saudosistas da ditadura e para aqueles que se frustaram esperando ansiosamente por uma "Tsunami":Leiam o artigo baseado no estudo da CODACE - Fundação Getúlio Vargas e IBGE, através do link abaixo:
http://noticias.bol.uol.com.br/economia/2009/12/28/ult4734u40372.jhtm

E FELIZ 2010, NAÇÃO BRASILEIRA!

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

FRASE DO DIA:


Intertextualizando o genial Richard Bach
(Que me perdoe o pseudo-trocadilho bretão)


"Lounge" é um lugar que não existe... Para quem trabalha duro.

[Dilsão Capelo Gaivota]

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

NY - 11 setembro - 8 years after


NY - September, 11 - Esta data jamais será esquecida pelo povo norte-americano. O dia em que o orgulho de Tio Sam desabou junto com o maior símbolo do poderio econômico de uma nação que se julgava imune a um atentado de tamanha proporção. Os gênios hollywoodianos sempre produziram películas onde tudo poderia acontecer... Desde invasão de insetos, até a presença de alienígenas na ilha de Manhattan, como que a zombar da hipótese de que um dia isso pudesse se transformar em realidade. Nenhum desses magos das “fábricas de sonhos” no entanto, poderia imaginar tamanha catástrofe... Nenhuma nação declarou guerra, ninguém invadiu o espaço aéreo, nem lançou sequer um míssil... Na verdade, nada de investimento de monta foi aplicado no macabro projeto de destruição dos ícones Yankees. O “aparato bélico” era do próprio território, o explosivo era o próprio combustível das aeronaves. E em poucas horas, ruíram as torres e o orgulho de um povo tido como patrioticamente correto. A reação pública mundial foi de surpresa, estupefação, dor e ódio. Originou-se a dúvida sobre a invulnerabilidade tão invejável que o país tinha até então. Foi tão rápido, que nenhum super-herói americano sentir-se-ia potente para evitar. A realidade fora mais fantástica que a ficção. Surgirão inúmeras versões cinematográficas sobre essa hecatombe, como fizeram na segunda guerra e no Vietnã. Mas nada será tão realista como as próprias cenas documentadas pelas lentes do mundo. Mais de 2000 seres humanos sucumbiram na tragédia. Empresas simplesmente perderam tudo o que tinham de patrimônio material e humano. Mas nada comparável à desfiguração do cartão postal da suposta "capital do mundo".

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

domingo, 6 de setembro de 2009

MARADONA TU NÃO É MELHOR NEM QUE O DUNGA!

Esta semana assisti a uma reportagem sobre a Igreja Maradoniana fundada na Argentina desde outubro de 1998, isto é, 4 anos depois da copa, onde foi revelado o famoso doping de Dieguito. Nesta "religião" se considera o ano 1 (la navidad) como sendo 1960, ano em que nasceu o ídolo porteño.

Los 10 mandamientos:
I - La pelota no se mancha como dijo D10s en su homenaje.
II - Amar al fútbol por sobre todas las cosas.
III - Declarar tu amor incondicional por el fútbol.
IV - Defender la camiseta argentina, respetando a la gente.
V - Difundir las palabras del "Diego Maradona" en todo el universo.
VI - Alabar los templos donde predicó y sus mantos sagrados.
VII - No proclamar el nombre Diego en nombre de un único club.
VIII - Amar siempre los principios de la Iglesia Maradoniana.
IX - Llevar Diego como segundo nombre y ponérselo a sus hijos.
X - No ser cabeza de termo y que no se te escape la tortuga.

Os fundadores de tal culto consideram Pelé o rei do futebol, sem a menor dúvida.
- "El rey del fútbol es Pelé, sin duda alguna". - Respondeu o fiel admirador.
- E Maradona? - Pergunta o repórter.- Maradona es diós. - Responde o "sacerdote".
Mas... - Pergunto eu agora:- E então?
Deus não é brasileiro?...

sábado, 5 de setembro de 2009

Polêmica Sulamericana

Afirmar que Maradona foi melhor do que Pelé equivale a dizer que Senna foi melhor do que Fángio. Paixões à parte, o que vale mesmo são os incontestáveis títulos acumulados.

Agora: Se cada dispêndio de energia e tempo do atual técnico da Argentina fosse canalizado para um bom treino tático ao invés de estádios com a torcida próxima, ingressos mais caros para brasileiros, aparar a grama e molhar (que pode ser uma faca de dois gumes) talvez o resultado venha a ser mais eficaz para los hermanos, seja qual for o placar de hoje à noite. Vamos aguardar.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

DEDO SUJO (OU DÉDO O SUJO?)

"Quando respondem à chamada no senado, os membros não sabem se respondem: "presente" ou "inocente".
(Theodore Roosevelt - ex-presidente norte-americano)

segunda-feira, 20 de julho de 2009

"Um pequeno passo para o homem; um grande salto para a humanidade"


Há 40 anos tive o privilégio de assistir ao vivo a chegada do homem em solo lunar.
Era uma noite gelada de um domingo de inverno. Buzz Aldrin, Michael Collins e Neil Armstrong protagonizaram essa jornada.
Às 23h30 daquele memorável 20 de julho de 1969, meio sonolento e resfriado, testemunhei o fato mais importante dos últimos milênios – não pela lua em si, mas pelo desenvolvimento acelerado que adveio dessa aventura.
O homem havia deixado seu mundo para visitar o desconhecido, embora até nos pareça familiar.
Há os que não acreditam... Que tudo não passou de uma superprodução hollywoodiana... Uma farsa!
Esses só raciocinaram sobre a primeira parte da frase de Armstrong: do “pequeno passo”.
Se refletissem sobre a segunda parte, entenderiam que se hoje temos celulares, computadores, leite que se conserva 6 meses fora da geladeira, comunicação em tempo real com todas as partes do mundo, panelas revestidas com teflon, raio laser, fibra ótica, alimentos desidratados, embalagem cryovac, GPS, Hypalon, relógios a quartzo, DVD, asa delta, tecido emborrachado, câmeras digitais, MP3, adesivos, forno de micro-ondas, blindados, internet, etc... – O “grande salto para a humanidade” a que se referia Neil Armstrong, o lendário comandante espacial.
Imagine só se o homem não tivesse pousado na lua? Quem nos dias de hoje sobreviveria? Acho melhor acreditar, né?...

quarta-feira, 17 de junho de 2009

sexta-feira, 12 de junho de 2009

FELIZ DIA DOS NAMORADOS!

Ele: empregado de um frigorífico no bairro da Lapa, em São Paulo. Ela: ramo de seguros na Rua Direita, centro de São Paulo. Ambos namoram há 6 meses. É uma história que começou dois anos antes, no ABC paulista. Estudavam na 4ª Série ginasial, na mesma classe. Conheceram-se e ele logo se apaixonou perdidamente por ela. Ela tinha vindo de fora: Santarém-Manaus-São Paulo (era “a moça que veio de longe”) e tudo se apresentava novo para ela. Na sua cabeça meio-menina eram tantas coisas, tantas novidades e amizades que não cabia um namoro. Ele insistia e até mandava bilhetinhos colocando-os escondidos entre as folhas do caderno dela. Cartas e textos romântico-poéticos. Mas ela, influenciada pelas amizades, resistia a essa relação. Passaram-se então dois anos. A turma se dispersou e aí, bateu nela, a saudade dele. Encontrou uma amiga comum entre os dois e perguntou a respeito dele. A moça era vizinha do rapaz e prontificou-se a dar o recado: “Queria tanto vê-lo de novo”. Assim estão agora... Namorando. Ele sai mais cedo do trabalho e passa em frente ao emprego dela e a espera. Logo em seguida saem juntos de mãos dadas e no caminho para o ponto de ônibus, ela observa um esquilinho de pelúcia na vitrine da Doceira Pão de Açúcar, na Praça Clóvis Bevilacqua e comenta com o namoradinho: - Ah, estou apaixonada por aquele alí... É a tua cara! Queria tanto! Todo o dia eu passo aqui e namoro ele... O rapaz desconversou, mudou logo de assunto, até fingiu um certo ciúme. No encontro seguinte, dois dias depois, encontra a mocinha aos prantos... - Compraram meu esquilinho! Levaram-no de mim... (soluçando). - Calma, dizia o rapaz. Um dia você encontra outro igual. - Não existe igual. Aquele era o único daquela cor. E só tinha naquela vitrine! Nem na loja da Barão de Paranapiacaba encontrei mais! Estava inconsolável... Depois de muitos lenços molhados, chegaram a casa. Na casa da Leninha (como ele a chamava). Subiu para tomar banho. Aí, ele chamou a irmã dela a um canto e lhe entregou um embrulho que tinha dentro de sua pasta com a seguinte orientação: Desembrulhe e coloque debaixo do travesseiro dela, assim que ela descer. Mas ponha de maneira que ela perceba ao deitar. Assim fez. Quando desceu para namorar um pouquinho mais, o assunto voltou à tona: O esquilinho desaparecido. Novas lágrimas... Aí, ele, após enxugar o rosto dela - aproveitou a ocasião para argumentar uma saída repentina: - Vou embora... Não há nada que te console... Melhor você dormir e sonhar com ele... Quem sabe algum anjo ouve tuas preces... E saiu. Ela subiu ao quarto soluçando muito... A mãe pensava que estiveram brigando, mas ela explicou o ocorrido e mãe sorriu... - Ele vai dar um jeito de te dar outro igual... Espera. -Deus te ouça, mãe! (snif) Bem... Não preciso contar o final da história... Da feliz surpresa e de como Leninha se emocionou com o gesto do namorado... Cena que jamais esquecerá. A primeira de muitas outras que viriam depois. O esquilinho até hoje existe... Ruço e roto... 40 anos depois.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

FELIZ ANIVERSÁRIO, DÉLCIO!

Com um fraternal abraço, desejo a ti, meu irmão:
paz, felicidade, saúde e vida longa, junto aos teus entes queridos.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

FELIZ ANIVERSÁRIO, ANDRÉA!




Déa, minha filha: que Deus te conceda valores de justiça e te dê suporte para cumprir teus objetivos mais nobres.

sábado, 9 de maio de 2009

quarta-feira, 6 de maio de 2009

PLIM-PLIM!

Existem dois tipos de talkshow na TV aberta brasileira: Aquele que edita a entrevista (e com isso manipula a opinião pública) e aquele que faz ao vivo, (manipulado pelo patrocinador) que, no melhor do debate interrompe para fazer merchandising. Em ambos nunca sobra tempo para o telespectador tirar conclusões.

terça-feira, 5 de maio de 2009

NOVA SEMÂNTICA

VEJAM SÓ COMO AS PALAVRAS (OU EXPRESSÕES) NA LÍNGUA PORTUGUESA MUDAM COM O PASSAR DO TEMPO:

(Antes ==> Depois)
Auto-Escola ==> Centro de formação de condutores
Carros usados ==> veículos semi-novos
Chofer de praça, sinesíforo ==> Taxista
Caloteiro ==> Inadimplente
Vendedor ==> Consultor, representante comercial, etc.
Usuário de computador ==> Operador de sistemas
Programador ==> Desenvolvedor de software
Travêssa, arteira, traquinas ==> Hiperativa
Paraplégico ==> Cadeirante
Rugas ==> Marcas de expressão
Brilho labial ==> Gloss
Rouge ==> Blush
Purpurina ==> Glitter
Nos arredores, na redondeza ==> No entorno
Similar ==> Genérico
Prostituta ==> Garota de Programa, acompanhante
Pianista, organista ==> Tecladista
Negra ==> Afro-descendente
Manicômio, hospício ==> Centro de reabilitação psico-social
Cobrança ==> Recuperação de crédito
Aidético ==> Soropositivo
Novo rico ==> Emergente
Velhice, idade avançada ==> Terceira idade
Pau para toda obra, polivalente ==> Multifuncional
Osso duro de roer ==> Resiliente
Pessoa com iniciativa ==> Proativo
Guincho, Reboque ==> Unidade móvel de resgate

Produto fora de linha ==> Produto descontinuado
Reprise, replay ==> imagens recuperadas
Viciado em drogas ==> Dependente químico
Mulher mal vestida, hippie ==> Riponga
Calista, pedicuro ==> Podólogo
Casamento gay ==> União homoafetiva
Brochidão ==> Disfunção erétil
Travesti, transexual ==> Transgênera

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Que mancada! (baseada em relato verídico)

Caminhando distraído e sem rumo pelos arredores da cidade, de repente, sem reparar em um buraco na calçada, resultado de alguma reforma interminável que nossa prefeitura fez, enfiei o pé bem dentro do referido orifício, torcendo de forma infeliz meu tornozelo, que tantos quilômetros andou a procura de um emprego e resultando numa dolorosa entorse que me obrigou a manquitolar de maneira esquisita.
– E agora? Disse para mim mesmo. Como chegar a casa desse jeito? Não estou agüentando mais essa dor! O remédio é voltar. Atravessei a rua com o maior cuidado, olhando para ambos os lados da via, para não ser atropelado. Era só o que me faltava. Havia meses que eu inutilmente andava batendo de agência em agência de emprego, a procura de algum serviço, qualquer um serviria, eu precisava trabalhar, não só pela necessidade de grana, mas também para fazer alguma coisa útil. Meu tio, que Deus o tenha em bom lugar lá no céu (será que no paraíso celestial existem lugares especiais? Se existir, aquele homem deve ocupar uma dessas cadeiras, dada a sua sabedoria), sempre dizia: “Cabeça vazia, é oficina do diabo”; Credo! Não gosto nem de pensar em ficar desocupado, pensando em besteira ou o que é pior, fazendo besteiras. E, envolto nessas divagações, já na calçada do outro lado da rua, reparei em um rolinho meio familiar: - Será que é... Dinheiro? E era! Uma nota de cinqüenta reais, novinha e sedutora aos meus olhos parecia-me convidar a pegá-la... Aí, pensei nas possibilidades que fizeram com que ela viesse a parar ali, naquele cantinho próximo à parede, bem no lugar predileto dos cachorros demarcarem seu território... Teria sido um garoto? Pelo modo como foi encontrado o rolinho, presume-se que alguma criança, depois de ouvir tanta recomendação por parte da mãe ou do pai, enrolou aquela valiosa cédula e segurou-a apertando-a entre os dedos, para não perdê-la. Mas acabou perdendo do mesmo jeito. Ou seria uma senhora, que na pressa enrolou a nota e colocou na bolsa e depois se esquecendo do que fizera antes, retirou qualquer objeto (um pente, por exemplo) e o rolo enganchou no pente ou em outra coisa e caiu bem no chão, no “banheiro do cachorro”. Quem teria perdido afinal? Vai fazer sem dúvida... Podia ter sido o pagamento por um trabalho feito com muito sacrifício. E de novo lembrei-me do meu sábio tio: “Se tudo o que fosse achado, fosse deixado no mesmo lugar, o dono certamente passaria no local e o recuperaria...”. Mas, como estamos numa terra em que isso jamais iria acontecer, se não vier para minhas mãos, irá para outras mais impróprias, talvez para tomar cachaça num boteco ou gastar tudo em cartelas de bingo... É melhor que fique comigo; é para uma causa mais nobre. Assim pago a dívida dos pãezinhos de queijo que “pendurei” na padaria, compro uma máquina de cortar cabelo, que irá me proporcionar uma economia de cabeleireiro para mim e para meus irmãos, etc., etc. e tudo o mais. Olhei para um lado: ninguém; para o outro lado: nem viv’alma. Abaixei-me, agarrei aquela maravilha com uma das mãos, a outra apoiando o joelho da outra perna dolorida e fui me erguendo com um certo esforço. Ainda curvado, tornei a olhar ao redor, numa vã esperança de que o dono daquela nota pudesse aparecer desvanecendo minha nobre destinação ao seu valor monetário e, para minha incontida alegria, a nota deslizou sinuosamente em meu bolso e eu, fato consumado, pus-me finalmente de pé, girei o corpo para o lado oposto ao meu rumo e... Continuei... Mancando, como antes.

sábado, 2 de maio de 2009

Contrariando o "Poetinha"

Todo o amor é infinito.
Se acabar, é porque nunca houve amor.
Pode até (ao longo do tempo) sofrer algumas variações de intensidade, para mais ou para menos, sem no entanto se extinguir de vez.
Mas... Incondicional mesmo: só o amor próprio.

O mal maior

A ignorância é a raiz de todos os males. Ela é que causa doenças, violência, intolerância, miséria, fome, preconceito...