segunda-feira, 23 de agosto de 2010
quarta-feira, 28 de julho de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
domingo, 9 de maio de 2010
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Reflexão para o Dia das Mães
Conhecer o cliente... Eis a razão do sucesso. “Basta seguir os seguintes passos: conhecer quem ele é, o que ele é e identificar seu perfil, para finalmente o reconhecer”, declaram o experts em estratégia mercadológica.
No passado, os programas de fidelidade ainda enxergavam a gestão do relacionamento de uma forma macro e sistematizada, por vezes segmentada ou setorizada, mas nunca individualizada. Era assim em família...
No passado, os programas de fidelidade ainda enxergavam a gestão do relacionamento de uma forma macro e sistematizada, por vezes segmentada ou setorizada, mas nunca individualizada. Era assim em família...
Não entendeu, é? Eu explico:
O que dizer, quando o cliente é sangue do teu sangue, carrega no seu DNA o teu código genético?
Isso mesmo! Estou me referindo ao filho (ou filha), como potencial cliente do teu produto principal: Amor de mãe.
Não é fácil; apesar deste “cliente” consumir o teu amor desde a fase embrionária. A coisa fica mais complicada, quando adolescente; e mais ainda, quando estende sua adolescência para além dos 30 anos, e – para piorar, não existe sazonalidade e nem feedback confiável. É a “interrogação” da famigerada matriz BCG. Sem previsão para “abacaxi” ou para “estrela”.
Agradá-lo? É um exercício de abstração que envolve: psicologia, Sun-tzu, pós-venda, marketing de resposta, e identificação das necessidades - coisa que nem Maslow poderia imaginar.
Os jovens do século XXI preferem o amor agregado de um momento de aventura e emoção com amigos que mal conhecem - ao amor "commodity" da família. O caminho para esta conquista (e diferenciação) é o marketing. Está mais para a Supernanny, do que para Piaget. Muito mais para Içami Tiba do que para Sutherland Neill.
O que dizer, quando o cliente é sangue do teu sangue, carrega no seu DNA o teu código genético?
Isso mesmo! Estou me referindo ao filho (ou filha), como potencial cliente do teu produto principal: Amor de mãe.
Não é fácil; apesar deste “cliente” consumir o teu amor desde a fase embrionária. A coisa fica mais complicada, quando adolescente; e mais ainda, quando estende sua adolescência para além dos 30 anos, e – para piorar, não existe sazonalidade e nem feedback confiável. É a “interrogação” da famigerada matriz BCG. Sem previsão para “abacaxi” ou para “estrela”.
Agradá-lo? É um exercício de abstração que envolve: psicologia, Sun-tzu, pós-venda, marketing de resposta, e identificação das necessidades - coisa que nem Maslow poderia imaginar.
Os jovens do século XXI preferem o amor agregado de um momento de aventura e emoção com amigos que mal conhecem - ao amor "commodity" da família. O caminho para esta conquista (e diferenciação) é o marketing. Está mais para a Supernanny, do que para Piaget. Muito mais para Içami Tiba do que para Sutherland Neill.
Mães de hoje deveriam estudar mercadologia para compreender e agradar aos filhos do presente, porque analogamente ao comércio, os “clientes” mudaram. Estão em constante e ilógica mutação... E os “fornecedores” (progenitoras) ainda não se adaptaram às mudanças do “mercado”.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
21 de abril o que é?

Afinal quem foi Tiradentes ou Joaquim José da Silva Xavier?
Para a história do Brasil, pode ser algo significativo; afinal precisávamos mesmo de um herói nacional e (inveridicamente) muito parecido com Jesus, nas poucas ilustrações que se encontram nos livros didáticos.
“Tiradentes, o mártir da independência”.
Tiradentes já foi reverenciado por mais de um século! Nem descendentes existem mais, para reclamar o direito a ter um feriado.
Agora: se querem ter de fato um herói nacional, um verdadeiro mártir da irresponsabilidade do ser humano, por que não eleger o bombeiro?
Quantos deles por ano, não morrem ou ficam mutilados pela estupidez do povo e inconsequência de alguns governantes brasileiros?
Onde tem incêndio, inundação, afogamento, desabamento, acidente de trânsito, soterramento, lá está o bombeiro a qualquer hora do dia ou da noite, doando sua vida.
Existe sim, o Dia do Bombeiro Brasileiro; e é 2 de julho. Alguém lembra? Ou ao menos tem conhecimento disso? Não!
Troque-se o feriado de 21 de abril, pelo 2 de julho.
Fica aqui sugerido o Dia do Bombeiro – “o mártir da insensatez”, com feriado. Ele merece ser lembrado e reverenciado ao menos uma vez por ano.
Deus o abençoe, bombeiro brasileiro! O autêntico Herói Nacional.
Para a história do Brasil, pode ser algo significativo; afinal precisávamos mesmo de um herói nacional e (inveridicamente) muito parecido com Jesus, nas poucas ilustrações que se encontram nos livros didáticos.
“Tiradentes, o mártir da independência”.
Tiradentes já foi reverenciado por mais de um século! Nem descendentes existem mais, para reclamar o direito a ter um feriado.
Agora: se querem ter de fato um herói nacional, um verdadeiro mártir da irresponsabilidade do ser humano, por que não eleger o bombeiro?
Quantos deles por ano, não morrem ou ficam mutilados pela estupidez do povo e inconsequência de alguns governantes brasileiros?
Onde tem incêndio, inundação, afogamento, desabamento, acidente de trânsito, soterramento, lá está o bombeiro a qualquer hora do dia ou da noite, doando sua vida.
Existe sim, o Dia do Bombeiro Brasileiro; e é 2 de julho. Alguém lembra? Ou ao menos tem conhecimento disso? Não!
Troque-se o feriado de 21 de abril, pelo 2 de julho.
Fica aqui sugerido o Dia do Bombeiro – “o mártir da insensatez”, com feriado. Ele merece ser lembrado e reverenciado ao menos uma vez por ano.
Deus o abençoe, bombeiro brasileiro! O autêntico Herói Nacional.
domingo, 3 de janeiro de 2010
FELIZ 2010, BRASILEIROS!
Para os falacianos de plantão, para os derrotistas de sempre e, aqueles que pensam: "Hay govierno? Entonces yo soy contrário", para os saudosistas da ditadura e para aqueles que se frustaram esperando ansiosamente por uma "Tsunami":Leiam o artigo baseado no estudo da CODACE - Fundação Getúlio Vargas e IBGE, através do link abaixo:
http://noticias.bol.uol.com.br/economia/2009/12/28/ult4734u40372.jhtm
E FELIZ 2010, NAÇÃO BRASILEIRA!
http://noticias.bol.uol.com.br/economia/2009/12/28/ult4734u40372.jhtm
E FELIZ 2010, NAÇÃO BRASILEIRA!
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
FRASE DO DIA:
Intertextualizando o genial Richard Bach
(Que me perdoe o pseudo-trocadilho bretão)
"Lounge" é um lugar que não existe... Para quem trabalha duro.
[Dilsão Capelo Gaivota]
(Que me perdoe o pseudo-trocadilho bretão)
"Lounge" é um lugar que não existe... Para quem trabalha duro.
[Dilsão Capelo Gaivota]
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
NY - 11 setembro - 8 years after

NY - September, 11 - Esta data jamais será esquecida pelo povo norte-americano. O dia em que o orgulho de Tio Sam desabou junto com o maior símbolo do poderio econômico de uma nação que se julgava imune a um atentado de tamanha proporção. Os gênios hollywoodianos sempre produziram películas onde tudo poderia acontecer... Desde invasão de insetos, até a presença de alienígenas na ilha de Manhattan, como que a zombar da hipótese de que um dia isso pudesse se transformar em realidade. Nenhum desses magos das “fábricas de sonhos” no entanto, poderia imaginar tamanha catástrofe... Nenhuma nação declarou guerra, ninguém invadiu o espaço aéreo, nem lançou sequer um míssil... Na verdade, nada de investimento de monta foi aplicado no macabro projeto de destruição dos ícones Yankees. O “aparato bélico” era do próprio território, o explosivo era o próprio combustível das aeronaves. E em poucas horas, ruíram as torres e o orgulho de um povo tido como patrioticamente correto. A reação pública mundial foi de surpresa, estupefação, dor e ódio. Originou-se a dúvida sobre a invulnerabilidade tão invejável que o país tinha até então. Foi tão rápido, que nenhum super-herói americano sentir-se-ia potente para evitar. A realidade fora mais fantástica que a ficção. Surgirão inúmeras versões cinematográficas sobre essa hecatombe, como fizeram na segunda guerra e no Vietnã. Mas nada será tão realista como as próprias cenas documentadas pelas lentes do mundo. Mais de 2000 seres humanos sucumbiram na tragédia. Empresas simplesmente perderam tudo o que tinham de patrimônio material e humano. Mas nada comparável à desfiguração do cartão postal da suposta "capital do mundo".
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
domingo, 6 de setembro de 2009
MARADONA TU NÃO É MELHOR NEM QUE O DUNGA!
Esta semana assisti a uma reportagem sobre a Igreja Maradoniana fundada na Argentina desde outubro de 1998, isto é, 4 anos depois da copa, onde foi revelado o famoso doping de Dieguito. Nesta "religião" se considera o ano 1 (la navidad) como sendo 1960, ano em que nasceu o ídolo porteño.
Los 10 mandamientos:
I - La pelota no se mancha como dijo D10s en su homenaje.
II - Amar al fútbol por sobre todas las cosas.
III - Declarar tu amor incondicional por el fútbol.
IV - Defender la camiseta argentina, respetando a la gente.
V - Difundir las palabras del "Diego Maradona" en todo el universo.
VI - Alabar los templos donde predicó y sus mantos sagrados.
VII - No proclamar el nombre Diego en nombre de un único club.
VIII - Amar siempre los principios de la Iglesia Maradoniana.
IX - Llevar Diego como segundo nombre y ponérselo a sus hijos.
X - No ser cabeza de termo y que no se te escape la tortuga.
Os fundadores de tal culto consideram Pelé o rei do futebol, sem a menor dúvida.
- "El rey del fútbol es Pelé, sin duda alguna". - Respondeu o fiel admirador.
- E Maradona? - Pergunta o repórter.- Maradona es diós. - Responde o "sacerdote".
Mas... - Pergunto eu agora:- E então?
Deus não é brasileiro?...
Los 10 mandamientos:
I - La pelota no se mancha como dijo D10s en su homenaje.
II - Amar al fútbol por sobre todas las cosas.
III - Declarar tu amor incondicional por el fútbol.
IV - Defender la camiseta argentina, respetando a la gente.
V - Difundir las palabras del "Diego Maradona" en todo el universo.
VI - Alabar los templos donde predicó y sus mantos sagrados.
VII - No proclamar el nombre Diego en nombre de un único club.
VIII - Amar siempre los principios de la Iglesia Maradoniana.
IX - Llevar Diego como segundo nombre y ponérselo a sus hijos.
X - No ser cabeza de termo y que no se te escape la tortuga.
Os fundadores de tal culto consideram Pelé o rei do futebol, sem a menor dúvida.
- "El rey del fútbol es Pelé, sin duda alguna". - Respondeu o fiel admirador.
- E Maradona? - Pergunta o repórter.- Maradona es diós. - Responde o "sacerdote".
Mas... - Pergunto eu agora:- E então?
Deus não é brasileiro?...
sábado, 5 de setembro de 2009
Polêmica Sulamericana
Afirmar que Maradona foi melhor do que Pelé equivale a dizer que Senna foi melhor do que Fángio. Paixões à parte, o que vale mesmo são os incontestáveis títulos acumulados.
Agora: Se cada dispêndio de energia e tempo do atual técnico da Argentina fosse canalizado para um bom treino tático ao invés de estádios com a torcida próxima, ingressos mais caros para brasileiros, aparar a grama e molhar (que pode ser uma faca de dois gumes) talvez o resultado venha a ser mais eficaz para los hermanos, seja qual for o placar de hoje à noite. Vamos aguardar.
Agora: Se cada dispêndio de energia e tempo do atual técnico da Argentina fosse canalizado para um bom treino tático ao invés de estádios com a torcida próxima, ingressos mais caros para brasileiros, aparar a grama e molhar (que pode ser uma faca de dois gumes) talvez o resultado venha a ser mais eficaz para los hermanos, seja qual for o placar de hoje à noite. Vamos aguardar.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
DEDO SUJO (OU DÉDO O SUJO?)
"Quando respondem à chamada no senado, os membros não sabem se respondem: "presente" ou "inocente".
(Theodore Roosevelt - ex-presidente norte-americano)
(Theodore Roosevelt - ex-presidente norte-americano)
sexta-feira, 31 de julho de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
"Um pequeno passo para o homem; um grande salto para a humanidade"

Há 40 anos tive o privilégio de assistir ao vivo a chegada do homem em solo lunar.
Era uma noite gelada de um domingo de inverno. Buzz Aldrin, Michael Collins e Neil Armstrong protagonizaram essa jornada.
Às 23h30 daquele memorável 20 de julho de 1969, meio sonolento e resfriado, testemunhei o fato mais importante dos últimos milênios – não pela lua em si, mas pelo desenvolvimento acelerado que adveio dessa aventura.
O homem havia deixado seu mundo para visitar o desconhecido, embora até nos pareça familiar.
Há os que não acreditam... Que tudo não passou de uma superprodução hollywoodiana... Uma farsa!
Esses só raciocinaram sobre a primeira parte da frase de Armstrong: do “pequeno passo”.
Se refletissem sobre a segunda parte, entenderiam que se hoje temos celulares, computadores, leite que se conserva 6 meses fora da geladeira, comunicação em tempo real com todas as partes do mundo, panelas revestidas com teflon, raio laser, fibra ótica, alimentos desidratados, embalagem cryovac, GPS, Hypalon, relógios a quartzo, DVD, asa delta, tecido emborrachado, câmeras digitais, MP3, adesivos, forno de micro-ondas, blindados, internet, etc... – O “grande salto para a humanidade” a que se referia Neil Armstrong, o lendário comandante espacial.
Imagine só se o homem não tivesse pousado na lua? Quem nos dias de hoje sobreviveria? Acho melhor acreditar, né?...
Era uma noite gelada de um domingo de inverno. Buzz Aldrin, Michael Collins e Neil Armstrong protagonizaram essa jornada.
Às 23h30 daquele memorável 20 de julho de 1969, meio sonolento e resfriado, testemunhei o fato mais importante dos últimos milênios – não pela lua em si, mas pelo desenvolvimento acelerado que adveio dessa aventura.
O homem havia deixado seu mundo para visitar o desconhecido, embora até nos pareça familiar.
Há os que não acreditam... Que tudo não passou de uma superprodução hollywoodiana... Uma farsa!
Esses só raciocinaram sobre a primeira parte da frase de Armstrong: do “pequeno passo”.
Se refletissem sobre a segunda parte, entenderiam que se hoje temos celulares, computadores, leite que se conserva 6 meses fora da geladeira, comunicação em tempo real com todas as partes do mundo, panelas revestidas com teflon, raio laser, fibra ótica, alimentos desidratados, embalagem cryovac, GPS, Hypalon, relógios a quartzo, DVD, asa delta, tecido emborrachado, câmeras digitais, MP3, adesivos, forno de micro-ondas, blindados, internet, etc... – O “grande salto para a humanidade” a que se referia Neil Armstrong, o lendário comandante espacial.
Imagine só se o homem não tivesse pousado na lua? Quem nos dias de hoje sobreviveria? Acho melhor acreditar, né?...
quarta-feira, 17 de junho de 2009
sexta-feira, 12 de junho de 2009
FELIZ DIA DOS NAMORADOS!
Ele: empregado de um frigorífico no bairro da Lapa, em São Paulo. Ela: ramo de seguros na Rua Direita, centro de São Paulo. Ambos namoram há 6 meses. É uma história que começou dois anos antes, no ABC paulista. Estudavam na 4ª Série ginasial, na mesma classe. Conheceram-se e ele logo se apaixonou perdidamente por ela. Ela tinha vindo de fora: Santarém-Manaus-São Paulo (era “a moça que veio de longe”) e tudo se apresentava novo para ela. Na sua cabeça meio-menina eram tantas coisas, tantas novidades e amizades que não cabia um namoro. Ele insistia e até mandava bilhetinhos colocando-os escondidos entre as folhas do caderno dela. Cartas e textos romântico-poéticos. Mas ela, influenciada pelas amizades, resistia a essa relação. Passaram-se então dois anos. A turma se dispersou e aí, bateu nela, a saudade dele. Encontrou uma amiga comum entre os dois e perguntou a respeito dele. A moça era vizinha do rapaz e prontificou-se a dar o recado: “Queria tanto vê-lo de novo”. Assim estão agora... Namorando. Ele sai mais cedo do trabalho e passa em frente ao emprego dela e a espera. Logo em seguida saem juntos de mãos dadas e no caminho para o ponto de ônibus, ela observa um esquilinho de pelúcia na vitrine da Doceira Pão de Açúcar, na Praça Clóvis Bevilacqua e comenta com o namoradinho: - Ah, estou apaixonada por aquele alí... É a tua cara! Queria tanto! Todo o dia eu passo aqui e namoro ele... O rapaz desconversou, mudou logo de assunto, até fingiu um certo ciúme. No encontro seguinte, dois dias depois, encontra a mocinha aos prantos... - Compraram meu esquilinho! Levaram-no de mim... (soluçando). - Calma, dizia o rapaz. Um dia você encontra outro igual. - Não existe igual. Aquele era o único daquela cor. E só tinha naquela vitrine! Nem na loja da Barão de Paranapiacaba encontrei mais! Estava inconsolável... Depois de muitos lenços molhados, chegaram a casa. Na casa da Leninha (como ele a chamava). Subiu para tomar banho. Aí, ele chamou a irmã dela a um canto e lhe entregou um embrulho que tinha dentro de sua pasta com a seguinte orientação: Desembrulhe e coloque debaixo do travesseiro dela, assim que ela descer. Mas ponha de maneira que ela perceba ao deitar. Assim fez. Quando desceu para namorar um pouquinho mais, o assunto voltou à tona: O esquilinho desaparecido. Novas lágrimas... Aí, ele, após enxugar o rosto dela - aproveitou a ocasião para argumentar uma saída repentina: - Vou embora... Não há nada que te console... Melhor você dormir e sonhar com ele... Quem sabe algum anjo ouve tuas preces... E saiu. Ela subiu ao quarto soluçando muito... A mãe pensava que estiveram brigando, mas ela explicou o ocorrido e mãe sorriu... - Ele vai dar um jeito de te dar outro igual... Espera. -Deus te ouça, mãe! (snif) Bem... Não preciso contar o final da história... Da feliz surpresa e de como Leninha se emocionou com o gesto do namorado... Cena que jamais esquecerá. A primeira de muitas outras que viriam depois. O esquilinho até hoje existe... Ruço e roto... 40 anos depois.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
FELIZ ANIVERSÁRIO, DÉLCIO!
sexta-feira, 15 de maio de 2009
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